Nunca fui escoteira, mas desde cedo tive que aprender a lidar com nós...
Tive meu primeiro nó aos cinco anos de idade. Quando em uma tarde qualquer meu pai me ensinava a amarrar os tênis, utilizando o método da orelha do coelhinho.
Este foi só o primeiro de muitos que se sucederiam no decorrer da minha vida.
Teve o nó no estômago quando tive que mudar de cidade aos 14 e começar do zero em uma nova cidade.
Teve o nó quando passei para a faculdade que tanto sonhava.
O nó da reprovação em bioquímica I (a primeira reprovação na facul a gente não esquece, né?) e o nó de ter passado em bioquímica 2 ( depois de ter cursado, pelo menos mais uma vez).
Aquele nó no estomago quando você se apaixona por alguém especial.
O nó quando percebe que não é mais criança e tem boletos a pagar.
Vou pulando de nó em nó e quer saber são os nóis que fazem a vida valer a pena...
Tive que parar para amarrar o allstar, o cadarço estava desamarrado.
Tive meu primeiro nó aos cinco anos de idade. Quando em uma tarde qualquer meu pai me ensinava a amarrar os tênis, utilizando o método da orelha do coelhinho.
Este foi só o primeiro de muitos que se sucederiam no decorrer da minha vida.
Teve o nó no estômago quando tive que mudar de cidade aos 14 e começar do zero em uma nova cidade.
Teve o nó quando passei para a faculdade que tanto sonhava.
O nó da reprovação em bioquímica I (a primeira reprovação na facul a gente não esquece, né?) e o nó de ter passado em bioquímica 2 ( depois de ter cursado, pelo menos mais uma vez).
Aquele nó no estomago quando você se apaixona por alguém especial.
O nó quando percebe que não é mais criança e tem boletos a pagar.
Vou pulando de nó em nó e quer saber são os nóis que fazem a vida valer a pena...
Tive que parar para amarrar o allstar, o cadarço estava desamarrado.
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