sábado, 30 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Uma varanda...
Pequena de um apartamento qualquer na grande Rio de Janeiro,
mas cabia as mais diversas plantas que minha mãe cismava em ter.
Cismava porque hora regava e ora esquecia.
Da varanda dava pra te ver ao longe chegando,
e meu coração parecia marcar teus passos como um ponteiro de um relógio.
Tu chegavas sem falta ás 10:00.
No relógio ás vezes era mais cedo, ás vezes um pouco mais tarde.
Mas para meu coração era sempre ás 10:00.
Uma varanda pequena, feita de ladrilhos e singela.
Mas para um cômodo tão pequeno, coube tanta coisa.
Coube as plantas de minha mãe, algumas ferramentas de meu pai...
e coube essa minha saudade de te ver chegando.
Porém um dia, sem aviso, tu já não caminhava mais ao meu encontro.
E lá fiquei eu ao lado das plantas, na varanda da saudade.
mas cabia as mais diversas plantas que minha mãe cismava em ter.
Cismava porque hora regava e ora esquecia.
Da varanda dava pra te ver ao longe chegando,
e meu coração parecia marcar teus passos como um ponteiro de um relógio.
Tu chegavas sem falta ás 10:00.
No relógio ás vezes era mais cedo, ás vezes um pouco mais tarde.
Mas para meu coração era sempre ás 10:00.
Uma varanda pequena, feita de ladrilhos e singela.
Mas para um cômodo tão pequeno, coube tanta coisa.
Coube as plantas de minha mãe, algumas ferramentas de meu pai...
e coube essa minha saudade de te ver chegando.
Porém um dia, sem aviso, tu já não caminhava mais ao meu encontro.
E lá fiquei eu ao lado das plantas, na varanda da saudade.
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