Pequena de um apartamento qualquer na grande Rio de Janeiro,
mas cabia as mais diversas plantas que minha mãe cismava em ter.
Cismava porque hora regava e ora esquecia.
Da varanda dava pra te ver ao longe chegando,
e meu coração parecia marcar teus passos como um ponteiro de um relógio.
Tu chegavas sem falta ás 10:00.
No relógio ás vezes era mais cedo, ás vezes um pouco mais tarde.
Mas para meu coração era sempre ás 10:00.
Uma varanda pequena, feita de ladrilhos e singela.
Mas para um cômodo tão pequeno, coube tanta coisa.
Coube as plantas de minha mãe, algumas ferramentas de meu pai...
e coube essa minha saudade de te ver chegando.
Porém um dia, sem aviso, tu já não caminhava mais ao meu encontro.
E lá fiquei eu ao lado das plantas, na varanda da saudade.
mas cabia as mais diversas plantas que minha mãe cismava em ter.
Cismava porque hora regava e ora esquecia.
Da varanda dava pra te ver ao longe chegando,
e meu coração parecia marcar teus passos como um ponteiro de um relógio.
Tu chegavas sem falta ás 10:00.
No relógio ás vezes era mais cedo, ás vezes um pouco mais tarde.
Mas para meu coração era sempre ás 10:00.
Uma varanda pequena, feita de ladrilhos e singela.
Mas para um cômodo tão pequeno, coube tanta coisa.
Coube as plantas de minha mãe, algumas ferramentas de meu pai...
e coube essa minha saudade de te ver chegando.
Porém um dia, sem aviso, tu já não caminhava mais ao meu encontro.
E lá fiquei eu ao lado das plantas, na varanda da saudade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obg por comentar... seu post será avaliado e logo em seguida publicado no blog! ^^